Publicado por: barcos na ria | 09/11/2008

embarcações


Levantamento de informação escrita, oral e fotográfica dos diversos tipos de embarcações que navegam na ria.

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FESTEJOS EM HONRA DA NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO Torreira-05-05-2019

Por alturas de 1758 existia no «sítio da Torreira», no areal, entre o mar e a ria, a capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso

Depois de um interregno de cerca de 30 anos, desde 2010 até 2019, têm-se realizado a festa da padroeira da Torreira, por iniciativa de uma comissão de moradores e pescadores.
Este ano com a participação de 16 andores, quatro deles, barcos tradicionais, barco de mar e barco moliceiro da Ria de Aveiro.
Parabéns à organização!

“Nossa Senhora do Bom Sucesso 2010
Depois de mais de 30 anos de interregno, a Torreira prepara-se para voltar a celebrar aquela que é, a par de S. Paio, a sua padroeira, Nossa Senhora do Bom Sucesso”
Com uma comissão composta maioritariamente por pescadores, esta festa apresenta um programa bem composto, que promete estar ao nível da devoção das gentes da nossa terra.”
Retirado do meu blog, no ano de 2010.Etelvina Almeida

https://etelvina.wordpress.com/2010/02/02/festa-da-nossa-senhora-do-bonsucesso-torreira/
Álbum no facebook: Etelvina Almeida
06-05-2019, Etelvina Almeida

 


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Barco Moliceiro

Embarcações tradicionais da Ria de Aveiro – o barco moliceiro

São várias as tipologias de embarcações tradicionais que se registam, e registaram na Ria de Aveiro.

Em cada uma delas se insere uma ou várias embarcações tipo, apresentando características semelhantes.
Todas juntas formam a nossa frota identitária lagunar – encerrando em si séculos de história, evolução e desenvolvimento da região.

Cada uma conta a sua história e deixa um legado – umas vivas, a navegar, outras mortas, eternizam em espaço museuológico.

Fev. 2016
(tema a desenvolver em estudos futuros – dissertação “Embarcações tradicionais da Ria de Aveiro: um olhar pelo Design”, de Etelvina Almeida/2012)

JORNADA | CULTURA NÁUTICA
factor diferenciador e de desenvolvimento da Região de Aveiro.
08-01-2016 | 14h | Escola de Artes e Ofícios de Ovar

“A paisagem, a geo-morfologia, a gastronomia, a relação Mar/Ria e as actividades náuticas da Ria de Aveiro constituem um produto que interessa valorizar e divulgar. Os barcos as formas, as funções e todas as artes relacionadas com a actividade marítima, do trabalho ao lazer, são factores de diferenciação.”

info: cenariovar@gmail.com | 965 635 233 | http://cenariovar.blogspot.pt
https://www.facebook.com/cenariovar/?fref=ts
https://www.facebook.com/helderAventura?fref=ts
http://www.pontovirgula.pt/agenda/?filtro=limpar

CULTURA NÁUTICA… Leia a reportagem na página do site da CENÁRIO

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As embarcações tradicionais da laguna necessitam de um olhar mais activo…

Regata de Barcos Moliceiros do S.Paio da Torreira - 07-09-2014 Cais do Guedes. Arquivo pessoal

Regata de Barcos Moliceiros do S.Paio da Torreira – 07-09-2014
Cais do Guedes.

Regata de Barcos Moliceiros do S.Paio da Torreira - 07-09-2014 Barco Moliceiro "Zé Rito", o vencedor da Regata. Arquivo pessoal.

Regata de Barcos Moliceiros do S.Paio da Torreira – 07-09-2014
Barco Moliceiro “Zé Rito”, o vencedor da Regata.
Arquivo pessoal.

sobre…

Esta página foi criada há uns anos, ainda em âmbito de mestrado em design pela Universidade de Aveiro (http://etelvina.wordpress ), em Novembro de 2008. Recordo…

As embarcações tradicionais da laguna necessitam de um olhar mais activo e de uma acção urgente em prol da sua conservação e manutenção – já fazem parte de património material e imaterial identitário da nossa região que urge preservar.

Começa a ser preocupante a perda de um saber ancestral na área da construção naval tradicional. As memórias orais das gentes ribeirinhas são um testemunho a registar e um conhecimento a passar a uma geração de novos construtores navais. Conhecimento esse, que aliado às novas tecnologias construtivas, e ao envolvimento com grupos de trabalho na área do design, por exemplo, possam manter a tradição do saber lagunar, artesanal, criativo e intrínseco no nosso contexto actual.

Foi no âmbito do meu trabalho de pesquisa para MESTRADO EM DESIGN da UNIVERSIDADE DE AVEIRO, com o tema: EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS DA RIA DE AVEIRO: ANÁLISE FORMAL – O DESENHO E O PROCESSO CONSTRUTIVO, que decorreu desde Novembro de 2008, a Novembro de 2012, que constatei que parte do nosso património lagunar se encontra em decadência e transformação fruto do abandono, desinteresse e falta de iniciativas, tanto de particulares como de organismos públicos.

Torna-se urgente intervir, divulgando e sugerindo, com o objectivo de estimular uma intervenção imediata por parte da comunidade e organismos públicos.

Contemos ainda a navegar, do pouco que resta, um património riquíssimo, único, que merece preservar e deixar às  gerações futuras – trata-se da nossa história, dos nossos usos e costumes. Este entes navegáveis contam-nas, transmitem-nas de uma forma sublime.

Etelvina Almeida, 06-10-2014

https://www.facebook.com/etelvina.almeida1
http://etelvina.wordpress etelvina69@gmail.com
info + 351 91 843 81 62

 


A DECORAÇÃO DO BARCO MOLICEIRO PARDILHOENSE – JULHO DE 2014

Luís Chaves, na sua obra A decoração dos nossos barcos, de 1945, refere que os barcos vestem-se como se vestiram os corpos, e se enfeitaram, guarneceram, defenderam com o que vestiram e como o vestiram (…).

A decoração do barco moliceiro é faustosa, colorida e comunicativa.
Todos os motivos, figuras, signos e legendas contam uma estória, contextualizam a conjuntura histórica de uma época e levam a mensagem ria dentro, de margem em margem, de povo em povo -gente da ria, alegre, brejeira e trabalhadora.

Tinham-no como o seu barco, a sua ferramenta de trabalho.
Cuidavam-no, como quem cuida uma casa.
Embelezavam-no para as festas e romarias, mostrando-o com toda a pompa nas regatas tradicionais.
Competiam entre si, tanto na vela como na decoração.

Ainda se mantêm parte dessa tradição, mesmo que esta teime em cair no esquecimento.
Avivam-se memórias sempre que um barco moliceiro é decorado.

Este barco moliceiro, o Pardilhoense, agora empregue no turismo, mostra a sua traça original e navega à vela.
A decoração tradicional é mantida, mesmo em contexto actual e cada nova pintura é pensada e acarinhada pela mesma gente ribeirinha.

Ainda em estaleiro, encontra-se entregue às mãos de quem sabe, de quem conhece e trata estes entes com respeito e carinho, o pintor Zé Manel.

24-07-2014 | Etelvina Almeida | Praia do Monte Branco, Torreira.

Nota pessoal:

Aqui, na Praia do Monte Branco, na Torreira, aprendi a amar ainda mais a ria, neste pequeno mundo de tábuas, água, tintas, cheiro a madeira e maresia. Aqui sinto-me bem!!!!!
É como um regressar a casa.

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A DECORAÇÃO DO BARCO MOLICEIRO “PARDILHOENSE” – JULHO DE 2014 Ali, ainda entregue às mãos do artista, o moliceiro repousa, deixa-se embelezar, cuidar. Será mesmo gente, será que sente? Uma harmoniosa estrutura de tábuas que me parece crente nesta gente que o trata.

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A DECORAÇÃO DO BARCO MOLICEIRO “PARDILHOENSE” – JULHO DE 2014 Letra a letra baptiza-se de novo… brilha e rejuvenesce.

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Ei-lo identificado. Mostra-se de novo belo e elegante! É o barco moliceiro “Pardilhoense”.

 

 

Publicado por: barcos na ria | 30/04/2014

O BARCO MOLICEIRO TRADICIONAL – estado da arte


Etelvina Almeida | 29-04-2014  (fotografia do meu arquivo pessoal, sem edição)

Etelvina Almeida | 29-04-2014
(fotografia do meu arquivo pessoal)

Etelvina Almeida | 29-04-2014  (fotografia do meu arquivo pessoal, sem edição)

Etelvina Almeida | 29-04-2014
(fotografia do meu arquivo pessoal)

UMA EMBARCAÇÃO TRADICIONAL DA RIA DE AVEIRO – barco moliceiro “Pardilhoense”

É um barco moliceiro tradicional – o “Pardilhoense”, atracado em águas do sul da Ria de Aveiro – Marina do Jardim Oudinot (Forte da Barra), Gafanha da Nazaré.

Trata-se de um barco moliceiro recuperado por quem valoriza este património. Esta embarcação deixou de servir para a função da apanha do moliço – tendo ficado ancorado num esteiro aguardando o seu fim “de vida”.

Recuperado em Junho de 2011, tem navegado ao longo deste território lagunar transportando turistas e gente que aprecia e valoriza esta embarcação e este ambiente.
Com vento e sabor a maresia um passeio neste barco proporciona sensações únicas. Navegando à vela, valoriza-se e desfruta-se deste meio aquático e da performance desta embarcação secular.

Navegar num barco moliceiro à vela, é como reviver um pouco da história das gentes ribeirinhas.

Conhecer a embarcação por dentro, senti-la nas manobras, observar as suas linhas harmoniosas e a sua proa altiva sulcando as águas calmas da ria, provoca sensações únicas – vicia, seduz, entranha-se!

As grandes regatas de barcos moliceiros ainda se mantêm, mas cada vez com menos participação.
Restam poucos barcos tradicionais, cerca de 10.

Lamentavelmente, o barco moliceiro tem vindo a sofrer alterações formais devido à sua nova função – a do turismo.

Restam três embarcações ao serviço do
turismo que ainda navegam à vela, mantendo este tradicional meio de propulsão, sem alterações formais.

Humildemente, sinto que tive o privilégio de poder navegar numa embarcação secular, de grande valor museológico, em ambiente natural.

É de aproveitar esta oportunidade para conhecer este ex-líbris regional, que ainda transporta no seu tabuado a história de um povo.

Etelvina Almeida, 30 de abril de 2014

INFO:
https://www.facebook.com/moliceirodacostanova


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Praia do Monte Branco, Torreira. Preparação dos barcos moliceiros para a Regata da Ria de Aveiro – “Ria de Aveiro Weekend “, 2013. Amanhação, reparação, reconstrução e construção de embarcações tradicionais. Fot. arq. pessoal.
20-06-2013

BLOG: EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS DA RIA DE AVEIRO: UMA ANÁLISE FORMAL – O DESENHO E O PROCESSO CONSTRUTIVO (NOV/2008)

 Após um breve interregno de uns meses, e tendo defendido a minha dissertação de Mestrado em Design em Dezembro de 2012, este mês de Junho, com a aproximação da Regata de Barcos Moliceiros, voltei a publicar no meu blog: “Embarcações Tradicionais da Ria de Aveiro: análise formal – o desenho e o processo construtivo”, prosseguindo com a minha investigação activa nessa área, dado o meu interesse e envolvimento genuíno no tema.

Quero agradecer a todos os seguidores, subscritores e leitores do meu Blog (aberto em Novembro de 2008) pelas visitas e comentários até então “postados” e informar que o Blog se mantêm, e manterá, vivo e activo, enquanto a morte me mantiver em período de férias…

Manterei, renovarei, criarei, estimularei e sensibilizarei para o tema em questão e para um outro que lhe está subjacente: a perda do património lagunar, da identidade e da tradição material e imaterial que ainda resta, que ainda “respira” e “suspira” por vida e divulgação.

 Bem hajam todos os amigos do tema.

Abraços da Ria.

 Etelvina Almeida.


 

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Praia do Monte Branco, Torreira. Fot. arq. pessoal. 20-06-2013

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Praia do Monte Branco, Torreira. Barco moliceiro “Manuel Vieira”, restaurado em Maio/Junho de 2013, pelas mãos do Mestre José Rito, no Estaleiro-Museu aí situado. Fot. arq. pessoal. 20-06-2013.

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Praia do Monte Branco, Torreira. Barco moliceiro “A.Rendeiro”, com novos painéis de popa e de proa em fase de acabamento, pintados pelo artista plástico José Manuel Oliveira. Fot. arq. pessoal. 20-06-2013.

A PREPARAÇÃO DAS EMBARCAÇÕES PARA A REGATA DE BARCOS MOLICEIROS “RIA DE AVEIRO WEEKEND” (22 E 23 JUNHO DE 2013)

No Estaleiro-Museu da Praia do Monte Branco, na Torreira (Murtosa), quatro barcos moliceiros sofrem a amanhação habitual para este evento competitivo que se aproxima.
São reparações, são limpezas e pinturas dos costados, fundos, falcas e por último a decoração dos painéis, com gravuras, cercaduras e legendas pintadas por um artista plástico local e muito conhecido nestes meios, o José Manuel de Oliveira.

 

Etelvina Almeida | Ria de Aveiro | 20-06-2013

Publicado por: barcos na ria | 19/06/2013

GRANDE REGATA DE BARCOS MOLICEIROS DA RIA DE AVEIRO 2013


GRANDE REGATA DE BARCOS MOLICEIROS DO S. PAIO DA TORREIRA 2012
O sinal de largada é dado e os barcos partem rumo ao sul em competição... 10-09-2012. Fot. arq. pessoal.

O sinal de largada é dado e os barcos partem rumo ao sul em competição…
10-09-2012. Fot. arq. pessoal.

Regata de Barcos Moliceiros do S.Paio da Torreira. Alinhamento das embarcações antes da partida. Estiveram em competição cerca de oito embarcações com 15 metros de comprimento e cerca de 5 com dimensões inferiores. 10 de Setembro de 2012 — em Praia da Torreira.

Alinhamento das embarcações antes da partida. Estiveram em competição cerca de oito embarcações com 15 metros de comprimento e cerca de 5 com dimensões inferiores.
10 de Setembro de 2012 — em Praia da Torreira. Fot. arq. pessoal.

A preparação das embarcações antes da partida... O barco moliceiro "Pardilhoense" nos preparativos  para a Regata. Embarcação tradicional ligada ao turismo, navega à vela e mantêm a sua forma original (Sul da Ria - Jardim Oudinot). 10-09-2012.Fot. arq. pessoal

A preparação das embarcações antes da partida… O barco moliceiro “Pardilhoense” nos preparativos para a Regata. Embarcação tradicional ligada ao turismo, navega à vela e mantêm a sua forma original (Sul da Ria – Jardim Oudinot). 10-09-2012.Fot. arq. pessoal

Em primeiro plano o barco moliceiro "O Marnoto", do sul da ria. Embarcação turística. Gafanha da Encarnação.

Em primeiro plano o barco moliceiro “O Marnoto”, do sul da ria. Embarcação turística. Gafanha da Encarnação.

A chegada das embarcações ao Cais do Guedes. A bordo do barco Moliceiro Pardilhoense, Gafanha da Nazaré- Jardim Oudinot. Ao fundo o barco moliceiro "O Inobador", do Clube de Vela da Costa Nova", ambos do sul da ria. 10 de Setembro de 2012. Fot. arq. pessoal.

A chegada das embarcações ao Cais do Guedes. A bordo do barco Moliceiro Pardilhoense, Gafanha da Nazaré- Jardim Oudinot.
Ao fundo o barco moliceiro “O Inobador”, do Clube de Vela da Costa Nova”, ambos do sul da ria. 10 de Setembro de 2012. Fot. arq. pessoal.

RIA DE AVEIRO WEEKEND 22 E 23 DE JUNHO DE 2013
COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DA REGIÃO DE AVEIRO
DIA 22 DE JUNHO DE 2013 – SÁBADO
1ª etapa (competição) no Canal de Ovar
percurso – Murtosa (Porto de Abrigo da Torreira), 14 horas – Aveiro (Canal Central)
DIA 23 DE JUNHO DE 2013 – DOMINGO2ª etapa (exibição) Canal de Mira.
percurso – Jardim Oudinot (Gafanha da Nazaré), 14 horas – Costa Nova, Sul do Cais dos Pescadores

CONCURSO DE PAINÉIS

concentração de todos os barcos moliceiros no Jardim Oudinot – 10 horas

Relembrando o ano passado o mote “Há moliceiros na Ria”, que trouxe até Aveiro uma frota de barco moliceiros em protesto, em luto, com painéis tapados com plástico negro. Estes homens moliceiros manifestaram o seu descontentamento pelo cancelamento da regata.

(dados adquiridos junto do regulamento)

Ver in

https://www.facebook.com/etelvina.almeida1/media_set?set=a.475688925775968.27746679.100000045944704&type=3

in 
AGENDA DE EVENTOS DA RIA DE AVEIRO 2013
http://www.regiaodeaveiro.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=27851&eventoId=34380

RIA DE AVEIRO – CAMPANHA PROMOCIONAL
https://www.facebook.com/riadeaveiro.pt?fref=ts
http://www.riadeaveiro.pt/index.php — em Praia da Torreira.


LANÇAMENTO DO LIVRO “MOLICEIROS – A MEMÓRIA DA RIA”

ARQUIVO MUNICIPAL DA MURTOSA – 02-08-2012 – 21H30M

autora: Ana Maria Lopes

fotografia: Paulo Godinho

A apresentação do livro «Moliceiros – A Memória da Ria», com texto de Ana Maria Lopes e fotografia de Paulo Godinho, realizar-se-á no dia 2 de Agosto de 2012, no Arquivo Municipal da Murtosa, pelas 21h30m.

Este evento está integrado no programa da Festa do Emigrante, na Murtosa. 

Trata-se de uma obra de referência para todos os interessados no tema – embarcações tradicionais lagunares (Ria de Aveiro), nomeadamente o barco moliceiro.
É um trabalho de recolha e investigação que começou a ser reunido em meados dos anos 80, e que foi ganhando novas dimensões, dado o interesse e a crescente paixão que a autora, e seu filho, impuseram ao tema. 

Graças a essa recolha e pesquisa, num trabalho de campo e bibliográfico excelente, editou-se esta obra no ano de 1997, tendo saído este ano (24-03-2012) a 2ª edição, revista e actualizada, pela mesma editora – “Âncora”.

Esta obra tem sido divulgada e apresentada ao público em geral, e das zonas ribeirinhas tendo recebido os maiores elogios. Segundo refere a autora, no seu blog “Maritimidades e que passo a citar: “(…) a expansão deste livro pelas zonas ribeirinhas tem sido extremamente agradável e profícua. (…) Será um prazer para nós diversificar «o palco de actuação», entre murtoseiros, que muito da laguna têm no seu «ego».”

Uma obra de referência para quem aprecia e acarinha o tema.
Um evento a não perder!

NOTA:

De referir, que no dia 5, domingo, pelas 15 horas terá lugar a majestosa Regata de Barcos Moliceiros, no Cais do Bico, Murtosa, integrada nos referidos festejos.

programa: 

http://www.cm-murtosa.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=6008&divName=116s154s4&id_class=4

publicação oficial:

http://www.cm-murtosa.pt/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=6017&divName=116s154s4&id_class=4

Blog da autora “Maritimidades”: 

http://marintimidades.blogspot.pt/2012/08/moliceiros-na-semana-do-emigrante.html

 

endereço facebook:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=482398285105032&set=a.482398031771724.27748416.100000045944704&type=1&theater

 

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