Levantamento de informação escrita, oral e fotográfica dos diversos tipos de embarcações que navegam na ria.
embarcações
construção/reconstrução de um barco de mar na praia de Vieira de Leiria
A arte do saltadouro (taínha) na Ria de Aveiro
inscrição no colóquio “falas do mar/falas da ria”
o livro – “Costa Nova do Prado – 200 anos de História e Tradição”

Lançamento do livro
“Costa Nova do Prado – 200 anos de História e Tradição”
Projecção de documentário “Costa‐Nova‐do‐Prado – 200 Anos de História e Tradição”
Realizado por Rui Bela
Senos da Fonseca | 19 Set.2009
Apresentado pela Drª Zita Leal na Calçada Arrais Ança, na Costa Nova do Prado
Trata-se de uma obra de referência para todos os interessados em conhecer um pouco desta praia cosmopolita que é, e foi, a Costa Nova (Ílhavo).
Segundo o autor, Senos da Fonseca, esta obra “não tem a pretensão de ser um álbum de um imaginário inerte (longínquo) que já passou; o livro tenta recuperar o imaginário, mais por palavras do que por imagens, inserindo-o no tempo e dando-lhe vida.”
É uma obra editada pelo autor, numa primeira edição de 500 exemplares, com fotografias e tratamento de imagem de Rui Bela.
Rui Bela, natural de Ílhavo, é empresário, realizador e dinamizador do projecto “Rialidades” – Enciclopédia Audiovisual da Ria de Aveiro. “A criação de um banco de imagens, vídeo e fotografias, retratando, desde inícios do século XX, as vivências na laguna, um ecossistema tão rico em biodiversidade, tem sido uma das aspirações e preocupações do autor ao longo da sua carreira.”
http://www.ondavideo.com/
Senos da Fonseca tem outras obras de referência – livros e blogs:
- Edição do Blog Terra da Lâmpada – 2007
- Ílhavo Ensaio Monográfico Séc X – Séc XX
- Ângelo Ramalheira – O Rigor Científico numa Personalidade de Eleição
- Guilhermino Ramalheira – O Discurso da Paixão
- Alexandre da Conceição – Poeta da Terra Absurda
http://senosfonseca.com/livros.php
Algumas fotografias do evento.

Ria de Aveiro - Costa Nova

os autógrafos...

momentos de nostalgia...

Projecção de documentário “Costa‐Nova‐do‐Prado – 200 Anos de História e Tradição” realizado por Rui Bela.

o autor - Senos da Fonseca
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Congresso e-design – visões para o ensino na Europa
O Centro Português de Design vai realizar o Congresso e-design – visões para o ensino na Europa nos novos contextos ambientais e económicos, que decorrerá nos dias 6 e 7 de Novembro de 2009, na Culturgest, em Lisboa.
Pretende-se com a realização deste Congresso atingir os seguintes objectivos:
_Reunir uma task force para pensar o ensino do design;
_Promover a reflexão sobre o ensino do design em Portugal e na Europa;
_Contribuir para uma visão de futuro no ensino do design e para a excelência;
_Estabelecer uma interface de contactos e experiências;
_Definir estratégias de acção concertadas;
_Aumentar a visibilidade e notoriedade das actividades em e de Design.
Com comunicações de oradores nacionais (papers em análise), contamos com um keynote speaker, oradores convidados e representantes de instituições nacionais e internacionais.
António Câmara, CEO Ydreams – keynote speaker
Anna Calvera (Espanha)
Federica Dal Falco (Itália)
Norman McNally (Reino Unido)
Sanna Simola (Finlândia)
BEDA The Bureau of European Design Associations, Jan Stavik (President)
Cumulus The Cumulus International Association of Universities and Colleges of Art, Design and Media, Christian Guellerin – vídeo (Presidente)
EAD The European Academy of Design, Vasco Branco (Universidade de Aveiro)
EIDD Design for All Europe, Finn Petrén (President)
ICSID Internacional Council of Societies of Industrial Design, Carlos Hinrichsen (President)
Com base nos temas principais do Congresso:
Desafiando o “desafio de Bolonha”
Design para um mundo melhor
e pelas suas experiências a nível mundial, serão apresentadas novas abordagens sobre os desafios de uma sociedade em mudança, novas áreas de oportunidade para o design, novos perfis de competências para novos mercados de trabalho, questões que permitirão estimular e enriquecer a reflexão dos participantes.
Contamos com a sua presença.
………………………………………………………………………………….
Informações mais detalhadas: www.congressoe-design.eu
Preço inscrição por pessoa: € 50,00 (IVA incl)
Data limite de inscrição: 26 Outubro 2009
Local: Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest
Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos
Rua Arco do Cego, Piso 1
1000-300 Lisboa
fonte: http://www.congressoe-design.eu/e_design/organizacao_edesign.html
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Colóquio “Falas do mar/falas da ria”
Este colóquio realizar-se-á no Museu Marítimo de Ílhavo, a 23 de Outubro de 2009.
Programa
10.00
Sessão de abertura
10.15 – 11.30
Álvaro Garrido (Director do Museu Marítimo de Ílhavo)
Ana Paula Guimarães (IELT, Univ. Nova Lisboa) – “Lavrar / Navegar na tradição popular portuguesa”.
Clara Sarmento (CEI, Inst. Politécnico Porto) – “Falas da Ria sobre a Ria: Ambiente e Património no Barco Moliceiro”.
Intervalo
Joaninha Duarte (IELT, Fluviário) conta uma história sobre o mar e sobre Aveiro.
11.45 – 13.00
José Maria Trindade (CIID, Instituto Politécnico Leiria) e Convidados – Os Pescadores da Nazaré
Matilde Estevens (Inst. Politécnico Lisboa e Univ. Coimbra) – “Marinhagem”.
13.00 – 14.00
Almoço
14.00 – 15.00
Construtores Navais & Pintores de Moliceiros
Manuel Augusto Oliveira, direcção da Associação dos Amigos da Ria e do Barco Moliceiro.
Manuel Felisberto de Oliveira Amador, construtor naval.
José Manuel Oliveira, pintor de moliceiros.
15.00 – 15.45
Ana Maria Simões Lopes (Investigadora) – “O linguajar da Ria na ‘arte do saltadouro’”.
Silvério da Rocha-Cunha (Univ. Évora) – “Com os pés no mar: imagens político-filosóficas do mar numa Era Global”.
Intervalo
16.00 – 17.30
Cristina Novo (FCSH, Univ. Nova Lisboa) e Rui Torres (FCSH, Univ. Fernando Pessoa) – “POPULAR ID:
Identidade Visual Popular Portuguesa em Hipermédia”.
José Barbieri, Filomena Sousa (Projecto MemoriaMedia, IELT) – “Vozes do mar no MEMORIAMEDIA”
18.00
Sessão de Encerramento
ANIMADORES DOS DEBATES: Isabel Victor (Museu do Trabalho Michel Giacometti); Luís Cancela da
Fonseca (IELT, Universidade do Algarve); Pedro Prista (IELT, ISCTE), João Figueira de Sousa
(FCSH).
…
“O Colóquio “Falas do Mar / Falas da Ria” resulta de uma colaboração entre o Instituto de Estudos de
Literatura Tradicional (IELT) da Universidade Nova de Lisboa – com especial relevo para os projectos
“Falas da Terra: Natureza e Ambiente na Tradição Popular Portuguesa” e “Práticas da Cultura” – , o
Museu Marítimo de Ílhavo e o Centro de Estudos Interculturais (CEI) do Instituto Politécnico do Porto.
“Falas do Mar / Falas da Ria” é dedicado a todo o riquíssimo património oral, literário, documental,
pictórico, fotográfico e multimédia existente – do passado e do presente – sobre as práticas culturais,
representações, valores, comportamentos, simbologias e discursos ligados ao Mar em geral e à Ria de
Aveiro em particular.
A perspectiva interdisciplinar deste Colóquio conta com a contribuição de investigadores, criadores e
narradores capazes de encetar uma busca comum e comparada do conhecimento, com a preocupação
de ligar a investigação bibliográfica e multimédia à experiência de vida e do terreno.
Ciente de que as comunidades do Mar e da Ria organizam o seu quotidiano em diálogo constante com o
meio circundante, este Colóquio explora o modo como a tradição canta, conta, simboliza, representa,
desenha, transfigura, questiona e perpetua essa interacção, tanto no real como no imaginário.
As rotas desta navegação pelas Falas do Mar e da Ria passam pelos usos da memória, pelas histórias de
vida, processos artísticos e sociais, hábitos de trabalho e mobilidades, tempos, territórios, identidades,
cerimónias, técnicas e rituais. Viaja entre- e intra-culturas, não só no espaço e no tempo, mas também
entre os diversos conceitos de cultura. Um projecto inter/intracultural coordena em si as leituras plurais
do termo, incluindo desde a cultura popular, a cultura de massas e as definições sócio-simbólicas da
cultura, até à cultura erudita, académica e institucional. Para que a viagem do conhecimento possa
seguir rumos por todos navegáveis, sem se perder nos meandros do hermetismo erudito.”
fonte: programa (pdf)
link para aceder ao programa: http://www.memoriamedia.net/
contactos:
Museu Maritimo de Ílhavo www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt – museuilhavo@mail.telepac.pt
Av. Doutor Rocha Madail, São Salvador, Ílhavo – 234 329 990
IELT/FCSH/UNL www.ielt.org – instielt@gmail.com
CEI / ISCAP / IPP www.iscap.ipp.pt/~cei – cei@iscap.ipp.pt
Estarei presente neste Colóquio. O meu interesse recai sobre a ria de Aveiro e as embarcações tradicionais. Este colóquio terá a presença da investigadora Drª Ana Maria Lopes, conhecedora da nossa ria e das embarcações tradicionais, entre outros oradores: um construtor naval, um pintor de painéis de barcos moliceiros e o presidente da AMIRIA. Outros temas serão abordados por oradores conceituados, todos eles de extrema importância para a nossa realidade marítima e lagunar.
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Projecto DORNA

Divulgação
PROJECTO DORNA
“Com o projecto DORNA a AIM irá criar uma ferramenta que ajudará à conservação do património histórico das embarcações tradicionais e dos estaleiros que os construíram e ainda constroem.
Serão realizadas no âmbito deste projecto diversas acções. Assim, será realizado um plano director de recuperação das infra-estruturas dos estaleiros tradicionais existentes, será criada uma rede de especialistas para a melhoria da competitividade do sector e um plano director de embarcações tradicionais no espaço atlântico que incluirá a definição e desenvolvimento de uma série de propostas de melhoria, tanto no que se refere ao produto, como à promoção do mesmo incluindo a sua comercialização e distribuição.
Será elaborada uma plataforma de comércio electrónico que permitirá às empresas de construção de embarcações tradicionais aceder aos mercados internacionais.”
fonte:
http://www.aim.pt/index.php?mod=articles&action=viewArticle&article_id=136&category_id=27
Notícia
Marca certificada europeia relança barcos tradicionais portugueses.
“A marca “Bate – Barco Alântico Tradicional Europeu” vai certificar a construção naval das embarcações típicas portuguesas, garantindo a qualidade dos materiais utilizados e a autenticidade do seu desenho.
As muletas podem voltar ao Tejo. Hoje desaparecidas, foram as principais embarcações utilizadas até ao início do século XX na pesca do arrasto efectuada ao largo da costa da Caparica. Tal como as muletas, há outros tipos de barcos tradicionais portugueses que poderão ter uma segunda vida, ao abrigo do Projecto Dorna, promovido pela Associação das Indústrias Marítimas (AIM). Este projecto está a desenvolver a marca BATE – Barco Atlântico Tradicional Europeu, que certificará a qualidade da sua construção, desde o tipo de madeira utilizada, até à técnica utilizada no seu fabrico, que seguirá os melhores padrões da carpintaria naval.
Filipe Duarte, director técnico da AIM, refere que o projecto Dorna está bastante avançado, sendo liderado pela Diputación Provincial de A Coruña. Além da portuguesa AIM, o Dorna integra ainda o Colégio Oficial de Arquitectos de Galicia, a Agencia de Desarollo Comarcal OARSOALDEA, o Causeway Coast Maritime Heritage Group e a GALGAEL - ambas instituições do Reino Unido -, e a Conselleria de Pesca espanhola.
O objectivo deste projecto é recuperar a construção naval tradicional, que está a desaparecer em toda a Europa, conservando um património histórico cuja manutenção só é viável se a indústria naval tradicional for modernizada de forma inteligente. Este objectivo só é concretizado se forem cruzadas diversas valências, entre as quais a formação profissional, o desporto, o turismo e a actividade comercial, além da perspectiva didáctica e cultural.
Para o efeito, a AIM refere que estão a ser efectuados planos directores de recuperação das infra-estruturas dos estaleiros tradicionais portugueses e de levantamento das embarcações tradicionais do espaço atlântico. Outro vector fundamental deste projecto é a criação de uma plataforma de comércio electrónico que facilitará o acesso dos estaleiros tradicionais aos mercados que têm apetência pelas embarcações de madeira típicas.
Já foram identificados os principais estaleiros que podem ser incluídos no projecto Dorna, entre os quais a Socrenaval, de Vila Nova de Gaia, onde se continuam a construir barcos rabelos. Tal como os moliceiros construídos na zona de Ílhavo, perto de Aveiro. “Aliás, o próprio presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Ribau Esteves, tem sido um estusiasta deste projecto”, refere Filipe Duarte, comentando que “esta zona, da área de influência da ria de Aveiro, beneficia da experiência do museu marítimo local”.
Mas haverá muitos outros estaleiros navais tradicionais susceptíveis de serem integrados neste projecto, tais como o Réplica Fiel, no Seixal, embora a iniciativa dos accionistas e donos dos estaleiros seja determinante, porque serão eles que terão de candidatar as suas unidades ao processo de modernização que posteriomente as transformará em Museus Vivos.
“Quando tudo estiver operacionalizado, serão novamente construídas embarcações que já desapareceram em Portugal, para as quais haverá provas desportivas e regatas internacionais que contribuirão para promover a sua utilização”, comenta o director técnico da AIM.
Finalmente, haverá uma componente turística, fundamental neste projecto, porque contribuirá para a sua rentabilização. Na realidade, estas embarcações são emblemáticas e servem de ex-libris regionais. A ideia é integrar os barcos típicos portugueses nos pacotes turísticos promovidos pelas agências de viagens, de forma a disponibilizar viagens costeiras com uma componente cultural regional. “Mas o projecto Dorna não se fica por aqui, porque foram previstas muitas outras iniciativas, como seminários, eventos transnacionais, exposições e workshops”, adianta Filipe Duarte.”
fonte:
J. F. Palma-Ferreira, da “Exame expresso”, de Terça-feira, 28 de Abril de 2009
http://aeiou.expresso.pt/marca-certificada-europeia-relanca-barcos-tradicionais-portugueses=f511392
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“Apanha do moliço é coisa importante! (blog de Lina Letra)
“Este trabalho surge no âmbito do Mestrado em Comunicação Multimédia da Universidade de Aveiro e parte do interesse em compreender o potencial e o contributo de uma plataforma participativa online, para a salvaguarda do património cultural imaterial dos locais, das memórias e histórias a ele associadas.
O presente trabalho dedica-se especificamente à “apanha do moliço”, uma actividade característica da Ria de Aveiro que já não se pratica, mas cujos métodos, os meios, e tudo o que lhe está associado, podem ainda ser recriados e se encontram ainda na memória de alguns antigos Moliceiros.
Paralelamente à “adopção” desta plataforma, foi desenvolvido algum trabalho de campo, nomeadamente: captura audiovisual, captura fotográfica e análise de bibliografia dedicada à apanha do moliço e ao barco moliceiro.
A recolha dos conteúdos audiovisuais e fotográficos não ultrapassa os limites geográficos de Pardilhó (a Norte) e da Murtosa (a Sul).
As imagens mais antigas, presentes nos vídeos, foram gentilmente cedidas pela Imagoteca do Museu da cidade de Aveiro.
O “arranque” da presente plataforma foi feito com a disponibilização dos conteúdos atrás referidos, sendo que, devido aos recursos temporais e logísticos disponíveis, não foi possível conseguir a abrangência inicialmente desejada na recolha dos conteúdos.
Pretende-se que esta rede social, dedicada à faina da apanha do moliço, se desenvolva e evolua com o apoio de todos os que têm algo a partilhar relativo a esta realidade e que por ela se interessam ou sentem algum grau de envolvimento.”
fonte: http://apanhadomolico.ning.com/
Visite o site:
http://apanhadomolico.ning.com
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“Espreita aqui! Painéis brejeiros de moliceiros”
Exposição: “Espreita Aqui! Painéis Brejeiros de Moliceiros”
de 21 de Setembro a 6 de Dezembro no Museu da Cidade de Aveiro

“Espreita Aqui!” explora os painéis dos Barcos Moliceiros de temática brejeira numa nova dimensão, apresentando-os de um modo inovador e convidativo à interacção. Patente até 6 de Dezembro, a mostra pode ser apreciada terça-feira a domingo, das 10.00 às 12.00 horas e das 14.30 às 18.00 horas, no Museu da Cidade de Aveiro.
Há eternos elementos identitários que carregam toda uma história de quotidianos, celebrações e mágoas. A cidade de Aveiro não é excepção, mantendo memórias flutuantes da sua identidade.
O barco moliceiro adquiriu estatuto de símbolo de cidade. Os painéis de carácter brejeiro, uma das temáticas pintadas na embarcação, situam-se entre o pecaminoso e o pueril de humor popular.”
fonte:
http://www.aveiro.co.pt/agendacultural.aspx?id=2106¬ic=Espreita%20Aqui!%20Pain%C3%A9is%20Brejeiros%20de%20Moliceiros
autora:
Designer Andreia Figueiredo – DeCa -Universidade de Aveiro
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Festa dos amigos e vizinhos – 19_09_09
Programa na cidade de Aveiro:
A Chegada da Rainha a Aveiro
Chegada de barcos de Ovar (amigos e vizinhos pela ria) que vêm acompanhar a Rainha
D. Maria II (Companhia CETA) no seu regresso à cidade de Aveiro (actividade
organizada conjuntamente com a CM Ovar);
Entrega das chaves da cidade pelo então presidente da Câmara na Praça Melo Freitas;
dança/canto em homenagem à rainha;
Cortejo pelas ruas da Beira‐Mar em direcção ao Rossio;
A Visita da rainha ao espaço da festa dos Amigos (Rossio).
Piquenique colectivo no Rossio
Algumas imagens do evento:

barcos moliceiros no canal central

Visita da rainha ao espaço da festa dos Amigos (Rossio).

exposição de fotografia e workshop de pintura

Grupo Folclorico de Esgueira
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